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Archive for the ‘Santidade’ Category

Segundo as Escrituras, o sangue de Cristo proporciona a nossa justificação. Somos considerados justos e, graças a isso, nossa relação com Deus é restaurada (Romanos 5:1). É também graças a isso que “(…) nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus” (Romanos 8:1)
Uma vez justificados, porém, somos desafiados a desenvolver uma vida de santificação. O apóstolo Paulo fala muito a respeito da transformação operada pelo evangelho, apontando não apenas para as bênçãos que nos proporciona mas também para os efeitos que deve produzir em quem somos e no modo como vivemos. Ele nos lembra de que a santificação é a vontade de Deus (1 Tessalonicenses 4:3) e que é nos relacionamentos que a busca por ela se manifesta, visto ser neles que nosso caráter se mostra tal qual é. A conexão que afirmamos ter com Cristo é evidenciada (ou não), todos os dias, em nossas ações e reações, nas atitudes que temos com os outros. É exatamente no lidar com as pessoas que encontraremos o maior desafio e as maiores dificuldades para uma vida de santidade.

Os tempos são difíceis. Vivemos uma época em que os relacionamentos – superficiais, frágeis e instáveis – tornam a vida humana solitária e, por vezes, insuportável. Temos em que o oportunismo, o egoísmo e a ética da conveniência distanciam as pessoas, deixando-as muito mais vulneráveis à tristezas e ao crescente número de somatizações. Tempos em que o relativismo substitui o certo pelo adequado e o coerente pelo conveniente. Nesse cenário, a dificuldade de se deixar guiar por um caráter cristão é cada vez maior. Por outro lado, os efeitos de um testemunho de vida coerente também serão cada vez maiores em um mundo carente da verdade e do amor duradouros.

Finalmente, convém lembrar que é em nossos relacionamentos que se manifesta o fruto do Espírito: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. (Gálatas 5:22 e 23). Uma postura em relação aos outros que reflita essas virtudes apresentará ao mundo o Cristo que conhecemos e o evangelho que pregamos. Afinal, é este o desafio: “(…) para que sejais irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis, no meio de uma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astros no mundo” (Filipenses 2:15)

Escrito por Ney Ladeia – Pastor da Igreja Batista Capunga – Recife (PE).

Texto extraído do livro “100 dias que impactarão o Brasil”.

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Vida sem Deus…
Cena 1

Cena 2

Cena 3

Cena 4

Cena 5

Cena 6

Cena 7

Cena 8

Cena 9

Cena 10

Cena 11

Cena 12

Cena 13

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Cena 15

Cena 16

Cena 17

Vida com Deus…


Cena 20

Cena 21
“Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.” (João 14.6)
Retirei essa ideia do blog Projeto Nur

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Traduzido por Nancy Wilson

Este artigo é dirigido a mulheres solteiras, sejam jovens vivendo na casa de seus pais, mais velhas e vivendo por conta própria ou viúvas que gostariam de casar novamente. O princípio é que você tem que cuidar do seu coração de forma que ele não fique emocionalmente envolvido sem a proteção de um compromisso. Muitas destas exortações que seguem podem parecer um pouco negativas, mas acreditam, os resultados serão positivos.

Quando uma mulher deixa seu coração desprotegido e se une ao homem errado, ela fica exposta a grande mágoa ou dano. Muitas mulheres, ansiosas para casar, correspondem ao primeiro homem que aparece e até mesmo se permitem envolverem-se fisicamente quando sabem que não deveriam. É fácil ter convicções desde que você não seja chamada a defendê-las, especialmente se você tem que resistir a um homem pelo qual você se permitiu ficar apaixonada. Nunca pense você é “forte” e “pode lidar” com a situação de estar sozinha com um homem pelo qual você se sente atraída. Lembre-se, seja ele quem for, se ele não for seu marido, você não tem nada que se submeter a ele em nenhum aspecto, especialmente se ele quer que você se envolva fisicamente quando não há nenhuma proteção de compromisso em torno da relação. Virgindade é uma herança inestimável que você traz para o matrimônio.

Você deve vigiar sua imaginação se quiser cuidar do seu coração. Não alimente um coração solitário com livros de romances baratos ou filmes de romance “água com açúcar” e depois fique fantasiando sobre os homens ou as relações descritas ali. Isto pode rapidamente tornar-se desejo – desejo de ser desejada. Não se permita imaginar que alguém esteja interessado em você quando ele está simplesmente sendo amigável. Não imagine que ele olhou pra você de forma carinhosa ao dizer “oi”, quando ele só estava educadamente lhe cumprimentando. Em outras palavras, não alimente uma “paixonite aguda”. Se o homem em questão se interessar por outra pessoa, você será magoada e dependendo do quanto você alimentou sua imaginação, você pode ficar arrasada. Seja realista sobre os homens que lhe demostram atenção. Se você estiver muito ansiosa por uma relação, você pode imaginar que ele seja mais piedoso, mais engraçado, mais doce, mais inteligente, mais velho ou mais alto do que ele realmente é. Se você tiver que se convencer a respeito de alguém, você não está sendo realista sobre este homem. Não fique desesperada! Não se permita envolver-se numa relação inadequada somente porque você está sozinha. Não considere um homem como uma chance de sair desta situação. Esta não é uma boa razão para se casar, quer você continue o relacionamento ou caia fora.

Só porque um homem demonstra algum interesse não é uma boa razão para supor que ele seja o homem certo para você. Não tenha pressa. Pense. Converse com pessoas que conheçam você. Vá com calma. Não se jogue em seus braços assim que ele lhe estender a mão. As mulheres às vezes estão apaixonadas por estar apaixonada, ansiando por uma relação mais do que anseiam agradar a Deus. Matrimônio não é um fim em si mesmo; é um meio de glorificar a Deus. Há uma coisa pior do que ser solteira: estar casada com o homem errado.

Cultivar amizades com homens em um grupo é uma alternativa saudável para a forma de namoro que o mundo oferece, mas não devemos usar estas amizades para preencher um vazio. Amizades podem ter muita carga sexual e as mulheres geralmente são muito ingênuas sobre isto. Amizades não devem ser íntimas, mas manter uma distância saudável. Você poderia manter a amizade da mesma forma se você fosse casada? Se não, provavelmente é uma amizade imprópria. Mulheres deveriam ter com os irmãos uma amizade caracterizada por pureza e decência. Se tiver que mudar seu comportamento depois que estiver casada, provavelmente você não tem se comportado de maneira sábia ou piedosa. Isto significa que você não deveria estar passando momentos a sós com homens (a menos que seja no contexto de namoro), seja você casada ou solteira. Se você está saindo para tomar café e permitindo que homens “se abram” com você, isto terá que parar se você se casar outra pessoa. Isto me diz que você deveria parar agora.

Tome cuidado com amigas bem-intencionadas. “Ele é tão lindo”, elas dizem, mas você sabe que ele também é tão ímpio. Não o encoraje falando demais sobre você mesma. O resultado pode não ser exatemente o que você esperava. E se ele não estiver interessado, você se sentirá tola e pode ficar magoada.

Finalmente, quando estiver em dúvida, rejeite. Não permaneça numa relação sobre a qual você tem dúvidas. É muita insensatez casar com alguém na esperança de que ele mude. Se você tem preocupações quanto à piedade dele, seu caráter, sua teologia, o relacionamento dele com seus pais, seu estilo de vida ou qualquer outra coisa, recue, e talvez você devesse “cair fora”. Claro que você tem proteção no conselho e na opinião de seus pais, mas tenha o cuidado de não casar com alguém simplesmente para agradá-los. Certamente seus pais têm boas intenções, mas você deve ser honesta com eles sobre suas dúvidas. Eu não posso imaginar pais (se forem amorosos e piedosos) que pressionem uma filha a se casar com alguém que ela não queira!

Cultive uma visão bíblica de casamento. Cultive amizades em grupos de cristãos. Mulheres podem aprender muito sobre como os homens pensam sendo amiga de homens em grupos. Cultive um caráter piedoso em você porque o casamento amplifica tudo que você é. Procure um homem que pense como você: vocês concordam na doutrina? Vocês são culturalmente semelhantes? Ele é atraente pra você?. Seja realista, confie em Deus e fique satisfeita.

Fonte: SexxxChurch

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Estou lendo um livro muito edificante da Stormie Omartian: O Poder da Mulher que Ora. Em um dos capítulos a autora fala a respeito de pureza e santidade e, muito bem embasada na Palavra de Deus, ela nos coloca Sete boas maneiras de viver em santidade. Não devemos nos assustar com o peso dessas palavras (Pureza e Santidade), uma vez que ser santo ou santa não quer dizer ser perfeito, mas como a própria autora diz: É deixar que Ele – que é santo – esteja em você.

Escolhi reproduzir aqui uma das sete boas maneiras de viver em santidade que é entitulada:

Santidade significa purificar-se

Purificar-se não quer dizer vestir uma túnica branca para cobrir tudo o que não é santo em você. Significa pedir a Deus, que é santo, para purificar seu coração. É lá que começa tudo o que não é santo. Purificarmo-nos significa fazermos um balanço de nossa vida, nossos pensamentos, nossas ações, nossos relacionamentos e negócios e limparmo-nos de qualquer coisa que nos contamine. É um processo que realizamos ativamente. Isso significa que decidimos ser moral e eticamente puras. “E a si mesmo se purifica todo o que nele tem esta esperança, assim como ele é puro” (1 Jo 3:3).

Quando Deus disse: “santos sereis (Lv 19:2), as ordens que Ele deu depois disso estavam relacionadas a não roubar, mentir, defraudar, ser maledicente, buscar vingança e não cair em idolatria. Isso quer dizer que precisamos dar passos específicos a fim de não termos um estilo de vida impuro. Devemos deliberadamente nos afastar de qualquer coisa que glorifique a imoralidade ou que não seja santa. “Segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento, porque escrito está: Sede santos, porque eu sou santo” (1 Pe 1:15, 16). Ore para ser capaz de esquadrinhar e avaliar seus caminhos e voltar-se para o Senhor (Lm 3:40). (Omartian, 2003, p.120)

Sabemos que nos manter em santidade não é uma postura fácil no contexto em que vivemos. Não podemos viver à parte do mundo, mas podemos escolher não sermos influenciados por ele. Por isso é essencial que tenhamos uma vida de intimidade com Deus e coloquemos em oração o nosso anseio por ter uma vida pura aos olhos do Pai.

“Assim como nos escolheu, nele, antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade” (Ef. 1:4,5)

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