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Archive for the ‘Intercessão’ Category

O clipe da canção Só em Ti Senhor, do Ministério de Louvor e Adoração – Bruno Moraes, foi gravado em Dezembro de 2011 na cidade de Pirenópolis – Goiás, pela produtora Cake – Filmes de Goiânia, que disponibilizou todos os seus serviços e materiais de gravação e edição de vídeo gratuitamente para que pudéssemos realizar a gravação desse clipe, acreditando em seu propósito.

Essa canção retrata o nosso coração humano diante das dores e das dificuldades que enfrentamos ao longo da nossa caminhada com DEUS, e como Seu cuidado de Pai nos alcança a cada momento e principalmente nos momentos em que as nossas forças se acabam, onde o nosso ânimo cristão e a fé são esmorecidos e é exatamente nessa hora que o Senhor nos toma em Suas mãos e nos leva em segurança em TEUS braços, restaurando a nossa aliança, renovando a nossa fé, reavivando a esperança dentro de nós e fazendo brotar no nosso interior um fôlego de vida novo.

Quando somos curados por Ele começam a sair dos nossos lábios os altos louvores de DEUS. Assim o nosso coração grato reconhece a Sua gloria e todo seu poder soberano, e aprende a erguer a sua voz em Louvor ao Rei dos reis em meio as Lutas.

E foi baseado em uma história real que decidimos gravar o clipe dessa canção, para divulgar a história e ajudar um irmão nosso, de Belém do Pará, Vitor Lobo, músico também, um adorador do Senhor JESUS, que há mais de oito (8) anos vem travando uma verdadeira guerra contra um tumor de células gigantes, caso raro no mundo.

Ele já foi submetido a inúmeras cirurgias, em uma delas teve um de seus braços amputados para a retirada de um tumor, esteve paraplégico por mais de um ano e meio, quando um nódulo atingiu a medula espinhal na região lombar.

Após várias sessões de quimioterapia o tumor veio a regredir por alguns meses, porém no mês de Setembro de 2011 novamente voltou a comprometer a medula, levando o Vitor pra cama mais uma vez.

Atualmente ele se encontra em São Paulo, e precisa de uma medicação especial, que só encontramos nos Estados Unidos, e que tem um custo muito alto. E por isso, temos convocado toda a igreja (o povo de DEUS), para que nos ajude nessa batalha.

Primeiramente intercedendo pelo Vitor e por toda sua família e contribuindo também adquirindo o CD – Bruno Moraes – No Coração de um Amigo, onde toda renda será entregue para o tratamento do nosso irmão ou contribuindo diretamente na conta da família.

Mais informações:
Nilza Andrade Lobo (mão do Vitor) | Telefone em SP:             (11) 7957-8579       ou             (91) 8169-4681       – email nilzalobo@yahoo.com.br

CONTA CORRENTE: BANCO DO BRASIL agencia 0765-x – conta corrente 22.292-5 ou HSBC agencia 0532 – conta corrente 25390-65 – Nilza de Andrade Lobo. Número CPF: 104.790.232-04

FICHA TÉCNICA:
Imagens, direção e produção de vídeo: JESSICA DE MORAIS OLIVEIRA (CAKE-FILMES)
Auxiliar de produção : VIVIANE DE MORAIS OLIVEIRA (CAKE-FILMES)
Edição: PEDRO HERNÁNDEZ (CAKE-FILMES)
Ministério de Louvor e adoração : Bruno Moraes – CD – No Coração de Um Amigo
Letra e música: Bruno Moraes e Alcy Filho
Gravação e arranjos: Fabio Dias (FDA. Produções-Studios)

Fonte: SuperGospel

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Portanto, irmãos, sejam pacientes até a vinda do Senhor. Vejam como o agricultor aguarda que a terra produza a preciosa colheita e com espera com paciência até virem as chuvas do outono e da primavera. Sejam também pacientes e fortaleçam o seu coração, pois a vinda do Senhor está próxima”  –  Tg 5.7-8

Nos versos 7-12 deste capítulo vemos Tiago tratando das várias dimensões que assume a paciência na vida cristã. Com plena certeza todos cremos que este é um assunto de muita pertinência para os nossos dias, principalmente por vivermos em uma época em que a paciência já não mais é vista como uma virtude que devemos cultivar; antes, vivemos em um momento em que as pessoas querem satisfazer seus egos de forma imediata e a todo custo. Sendo assim, nos propomos a ver, passo a passo, as dimensões da paciência para a vida cristã e para a obra missionária, segundo as palavras de Tiago.

No texto de hoje (5.7-8) o autor nos apresenta o fundamento mais essencial para a paciência: a vinda de Jesus Cristo. Como cristãos sabemos que Cristo voltará, conforme ele mesmo nos prometeu (Mt 24.29-31), para o encontro definitivo e eterno com sua igreja, para o Juízo Final e para o estabelecer o destino eterno de todos os seres humanos. Mas já que não sabemos quando ocorrerá tal evento, não temos alternativa a não ser a de desenvolver a prática da paciência e da espera. Esperar pacientemente, portanto, é uma parte fundamental da vida cristã cotidiana y de sua espiritualidade.

O exemplo do agricultor que, naquele momento da história em uma região muito seca, não tinha outro remédio que aguardar com paciência pelas chuvas para que assim pudesse por sobre a mesa a comida para sua família, demonstra claramente a importância da paciência cristã fundamentando nossa esperança na vinda de Cristo. Si não nutrimos com esperança nossa espera pelo retorno de Cristo, como saberemos esperar pelas outras coisas que estão mais próximas?

Ao não aprender a esperar pacientemente pela ação de Deus, a espera pelas coisas mais próximas que nos rodeiam e que as consideramos importantes, se torna ansiosa e corrosiva. Transforma-se em um grande perigo para a sã paciência que deposita suas expectativas nas seguras mãos de Cristo. A medida, portanto, para todas as nossas esperas pessoais quanto a questões de família, de trabalho, de saúde e de missão é a paciência com que aguardamos o retorno de Jesus Cristo, que aproxima-se cada dia mais.

Para nós, especificamente, a paciência é um elemento fundamental em nossa caminhada missionária, principalmente quando as expectativas de sucesso numérico (e outros!) nos chegam de fora e de dentro de nós mesmos. Nossa vocação é exercida pacientemente e ao longo de toda a vida, sendo a perseverança e a fidelidade a Deus em tudo o que fazemos um dos principais elementos que dão sentido à missão, como uma derivação espiritual da nossa espera paciente pela volta de Jesus Cristo. Que Cristo nos ajude a caminhar pacientemente em sua missão por onde ele nos conduzir!

Rev. Carlos del Pino

Fonte: APMT – Agência Presbiteriana de Missões Transculturais

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Esse artigo me esclareceu muito sobre avivamento, e como o autor comenta ao final, este é um tema pouco discutido entre os cristãos reformados. Sabendo do que realmente se trata um Avivamento nós podemos de fato clamar pra que seja uma realidade em nossa Cidade, Estado e País.

O termo “avivamento” tem sido usado para designar momentos específicos na história da Igreja em que Deus visitou seu povo de maneira especial, pelo Espírito, trazendo quebrantamento espiritual, arrependimento dos pecados, mudança de vidas, renovação da fé e dos compromissos com ele, de tal forma que as igrejas, assim renovadas, produzem um impacto distinto e perceptível no mundo ao seu redor. Entre os exemplos mais conhecidos está o grande avivamento acontecido na Inglaterra e Estados Unidos durante o século XVIII, associado aos nomes de George Whitefield, João Wesley e Jonathan Edwards. Há registros também de poderosos avivamentos ocorridos na Coréia, China, África do Sul. Há vários livros que trazem o histórico dos avivamentos espirituais mais conhecidos.

“Avivamento” é uma palavra muito gasta hoje. Ela está no meio evangélico há alguns séculos. As diferentes tradições empregam-na de várias formas distintas. O termo remonta ao período dos puritanos (séc. XVII), embora o fenômeno em si seja bem mais antigo, dependendo do significado com que empregarmos o termo. O período da Reforma protestante, por exemplo, pode ser considerado como um dos maiores avivamentos espirituais já ocorridos.

Há diversas obras clássicas que tratam do assunto. Elas usam a palavra “avivamento” no mesmo sentido que “reavivamento”, isto é, a revivificação da religião experimental na vida de cristãos individuais ou mesmo coletivamente, em igrejas, cidades e até países inteiros. Vários puritanos escreveram extensas obras sobre o assunto, como Robert Fleming [1630-1694], The Fulfilling of the Scripture, Jonathan Edwards [1703-1758] em várias obras e um dos mais extensos e famosos, John Gillies [1712-1796], Historical Collections Relating to Remarkable Periods of the Success of the Gospel [Coleção de Registros Históricos de Períodos Notáveis do Sucesso do Evangelho].

Mas, não foi por ai que eu comecei. O primeiro livro que li sobre avivamento foi Avivamento: a ciência de um milagre, da Editora Betânia. Eu era recém convertido e o livro me foi doado por um pastor que percebeu meu interesse pelo assunto. O livro tratava do ministério de Charles Finney, que ministrou nos Estados Unidos no século XIX, e registrava eventos extraordinários que acompanhavam as suas pregações, como conversões de cidades inteiras. Além das histórias, o livro trazia extratos de obras do próprio Finney onde ele falava sobre avivamento. Para Finney, um reavivamento espiritual era o resultado do emprego de leis espirituais, tanto quanto uma colheita é o resultado das leis naturais que regem o plantio. Não era, portanto, um milagre, algo sobrenatural. Se os crentes se arrependerem de seus pecados, orarem e jejuarem o suficiente, então Deus necessariamente derramará seu Espírito em poder, para converter os incrédulos e santificar os crentes. Para Finney, avivamento é resultado direto do esforço dos crentes em buscá-lo. Se não vem, é porque não estamos buscando o suficiente.

As idéias de Finney marcaram o início de minha vida cristã. Hoje, muitos anos e muitos outros livros depois, entendo o que não poderia ter entendido à época. Finney era semi-pelagiano e arminiano, e muito do que ele ensinou e praticou nas reuniões de avivamento que realizou era resultado direto da sua compreensão de que o homem não nascia pecador, que era perfeitamente capaz de aceitar por si mesmo a oferta do Evangelho, sem a ajuda do Espírito Santo. As idéias de Finney sobre avivamento, principalmente o conceito de que o homem é capaz de produzir avivamento espiritual, influenciaram tremendamente setores inteiros do evangelicalismo e do pentecostalismo. Hoje, tenho outra concepção acerca do assunto.

Eu uso o termo avivamento no sentido tradicional usado pelos puritanos. E portanto, creio que é seguro dizer que apesar de toda a agitação em torno do nome, o Brasil ainda não conheceu um verdadeiro avivamento espiritual. Depois de Finney, Billy Graham, do metodismo moderno e do pentecostalismo em geral, “avivamento” tem sido usado para designar cruzadas de evangelização, campanhas de santidade, reuniões onde se realizam curas e expulsões de demônios, ou pregações fervorosas. Mais recentemente, após o neopentecostalismo, avivamento é sinônimo de louvorzão, dançar no Espírito, ministração de louvor, show gospel, cair no Espírito, etc. etc. Nesse sentido, muitos acham que está havendo um grande avivamento no Brasil. Eu não consigo concordar. Continuo orando por um avivamento no Brasil. Acho que ainda precisamos de um, pelos seguintes motivos:

1. Apesar do crescimento numérico, os evangélicos não têm feito muita diferença na sociedade brasileira quanto à ética, usos e costumes, como uma força que influencia a cultura para o bem, para melhor. Historicamente, os avivamentos espirituais foram responsáveis diretos por transformações de cidades inteiras, mudanças de leis e transformação de culturas. Durante o grande avivamento em Northampton, dois séculos atrás, bares, prostíbulos e casernas foram fechados, por falta de clientes e pela conversão dos proprietários. A Inglaterra e a Escócia foram completamente transformadas por avivamentos há 400 anos.

2. Há muito show, muita música, muito louvor – mas pouco ensino bíblico. Nunca os evangélicos cantaram tanto e nunca foram tão analfabetos de Bíblia. Nunca houve tantos animadores de auditório e tão poucos pregadores da palavra de Deus. Quando o Espírito de Deus está agindo de fato, ele desperta o povo de Deus para a Palavra. Ele gera amor e interesse nos corações pela revelação inspirada e final de Deus. Durante os avivamentos históricos, as multidões se reuniam durante horas para ouvir a pregação da Palavra de Deus, para ler as Escrituras, à semelhança do avivamento acontecido na época de Esdras em Israel, quando o povo de Deus se quedou em pé por horas somente ouvindo a exposição da Palavra de Deus. Não vemos nada parecido hoje. A venda de CDs e DVDs com shows gospel cresce em proporção geométrica no Brasil e ultrapassa em muito a venda de Bíblias.

3. Há muitos suspiros, gemidos, sussurros, lágrimas, olhos fechados e mãos levantadas ao alto, mas pouco arrependimento, quebrantamento, convicção de pecado, mudança de vida e santidade. Faz alguns anos recebi um convite para pregar numa determinada comunidade sobre santidade. O convite dizia em linhas gerais que o povo de Deus no Brasil havia experimentado nas últimas décadas ondas sobre ondas de avivamento. “O vento do Senhor tem soprado renovação sobre nós”, dizia o convite, mencionando em seguida como uma das evidências o surgimento de uma nova onda de louvor e adoração, com bandas diferentes que “conseguem aquecer os nossos ambientes de culto”. O convite reconhecia, porém, que ainda havia muito que alcançar. Existia especialmente um assunto que não tinha recebido muita ênfase, dizia o convite, que era a santidade. E acrescentava: “Sentimos que precisamos batalhar por santidade. Por isto, estamos marcando uma conferência sobre Santidade…” Ou seja, pode haver avivamento sem santidade! Durante um verdadeiro avivamento, contudo, os corações são quebrantados, há profunda convicção de pecado da parte dos crentes, gemidos de angústia por haverem quebrado a lei de Deus, uma profunda consciência da corrupção interior do coração, que acaba por levar os crentes a reformar suas vidas, a se tornarem mais sérios em seus compromissos com Deus, a mudar realmente de vida.

4. Um avivamento promove a união dos verdadeiros crentes em torno dos pontos centrais do Evangelho. Historicamente, durante os avivamentos, diferenças foram esquecidas, brigas antigas foram postas de lado, mágoas passadas foram perdoadas. A consciência da presença de Deus era tão grande que os crentes se uniram para pregar a Palavra aos pecadores, distribuir Bíblias, socorrer os necessitados e enviar missionários. Em pleno apartheid na África do Sul, estive em Kwasizabantu, local onde irrompeu um grande avivamento espiritual em 1966, trazendo a conversão de milhares de zulus, tswanas e africaners. Foi ali que vi pela primeira vez na África do Sul as diferentes tribos negras de mãos dadas com os brancos, em culto e adoração ao Senhor que os havia resgatado.

5. Um avivamento dissipa o nevoeiro moral cinzento em que vivem os cristãos e que lhes impede de ver com clareza o certo e o errado, e a distinguir um do outro. Durante a operação intensa do Espírito de Deus, o pecado é visto em suas verdadeiras cores, suas conseqüências são seriamente avaliadas. A verdade também é reconhecida e abraçada. A diferença entre a Igreja e o mundo se torna visível. Fazem alguns anos experimentei um pouco disso, numa ocasião muito especial. Durante a pregação num domingo à noite de um sermão absolutamente comum em uma grande igreja em Recife fui surpreendido pelo súbito interesse intenso das pessoas presentes pelo assunto, que era a necessidade de colocarmos nossa vida em ordem diante de Deus. Ao final da mensagem, sem que houvesse apelo ou qualquer sugestão nesse sentido, dezenas de pessoas se levantaram e vieram à frente, confessando seus pecados, confissões tremendas entrecortadas por lágrimas e soluços. O culto prolongou-se por mais algumas horas. E era um culto numa igreja presbiteriana! O clima estava saturado pela consciência da presença de Deus e os crentes não podiam fazer outra coisa senão humilhar-se diante da santidade do Senhor.

6. Um avivamento espiritual traz coragem e ousadia para que os cristãos assumam sua postura de crentes e posição firme contra o erro, levantando-se contra a tibieza, frouxidão e covardia moral que marca a nossa época.

7. Um avivamento espiritual desperta os corações dos crentes e os enche de amor pelos perdidos. Muitos dos missionários que no século passado viajaram mundo afora pregando o Evangelho foram despertados em reuniões e pregações ocorridas em tempos de avivamento espiritual. Os avivamentos ocorridos nos Estados Unidos no século XIX produziram centenas e centenas de vocações missionárias e coincidem com o período das chamadas missões de fé. Em meados do século passado houve dezenas de avivamentos espirituais em colégios e universidades americanas. Faz alguns anos ouvi Dr. Russell Shedd dizer que foi chamado para ser missionário durante seu tempo de colégio, quando houve um reavivamento espiritual surpreendente entre os alunos, que durou alguns dias. Naquela época, uma centena de jovens dedicou a vida a Cristo, e entre eles o próprio Shedd.

Não ignoro o outro lado dos avivamentos. Quando Deus começa a agir, o diabo se alevanta com todas as suas forças. Avivamentos são sempre misturados. Há uma mescla de verdade e erro, de emoções genuínas e falsas, de conversões verdadeiras e de imitações, experiências reais com Deus e mero emocionalismo. Em alguns casos, houve rachas, divisões e brigas. Todavia, pesadas todas as coisas, creio que um avivamento ainda vale a pena.

Ao contrário de Finney, não creio que um avivamento possa ser produzido pelos crentes. Todavia, junto com Lloyd-Jones, Spurgeon, Nettleton, Whitefield e os puritanos, acredito que posso clamar a Deus por um, humilhar-me diante dele e pedir que ele comece em mim. Foi isso que fizeram os homens presbiterianos da Coréia em 1906, durante uma longa e grave crise espiritual na Igreja Coreana. Durante uma semana se reuniram para orar, confessar seus pecados, se reconciliarem uns com os outros e com Deus. Durante aquela semana Deus os atendeu e começou o grande avivamento coreano, provocando milhares e milhares de conversões genuínas meses a fio, e dando início ao crescimento espantoso dos evangélicos na Coréia.

Só lamento em tudo isso que os abusos para com o termo “avivamento” tem feito com que os reformados falem pouco desse tema. E pior, que orem pouco por ele.

Fonte: O Tempora, O Mores

Escrito por: Reverendo Augustus Nicodemus Lopes

Sobre o Autor: Paraibano, casado com Minka, pai de Hendrika, Samuel, David e Anna. Pastor presbiteriano (IPB), mestre e doutor em Interpretação Bíblica (África do Sul, Estados Unidos e Holanda), professor de exegese, Bíblia, pregação expositiva no Centro Presbiteriano de Pós Graduação Andrew Jumper, da IPB, autor de vários livros.

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“Tendo Jesus falado estas coisas, levantou os olhos ao céu e disse: Pai, é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que o Filho te glorifique a ti,

assim como lhe conferiste autoridade sobre toda a carne, a fim de que ele conceda a vida eterna a todos os que lhe deste.

E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.

Eu te glorifiquei na terra, consumando a obra que me confiaste para fazer;

e, agora, glorifica-me, ó Pai, contigo mesmo, com a glória que eu tive junto de ti, antes que houvesse mundo.

Manifestei o teu nome aos homens que me deste do mundo. Eram teus, tu mos confiaste, e eles têm guardado a tua palavra.

Agora, eles reconhecem que todas as coisas que me tens dado provêm de ti;

porque eu lhes tenho transmitido as palavras que me deste, e eles as receberam, e verdadeiramente conheceram que saí de ti, e creram que tu me enviaste.

É por eles que eu rogo; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus;

ora, todas as minhas coisas são tuas, e as tuas coisas são minhas; e, neles, eu sou glorificado.

Já não estou no mundo, mas eles continuam no mundo, ao passo que eu vou para junto de ti. Pai santo, guarda-os em teu nome, que me deste, para que eles sejam um, assim como nós.

Quando eu estava com eles, guardava-os no teu nome, que me deste, e protegi-os, e nenhum deles se perdeu, exceto o filho da perdição, para que se cumprisse a Escritura.

Mas, agora, vou para junto de ti e isto falo no mundo para que eles tenham o meu gozo completo em si mesmos.

Eu lhes tenho dado a tua palavra, e o mundo os odiou, porque eles não são do mundo, como também eu não sou.

Não peço que os tires do mundo, e sim que os guardes do mal.

Eles não são do mundo, como também eu não sou.

Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade.

Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo.

E a favor deles eu me santifico a mim mesmo, para que eles também sejam santificados na verdade.

Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em mim, por intermédio da sua palavra;

a fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste.

Eu lhes tenho transmitido a glória que me tens dado, para que sejam um, como nós o somos;

eu neles, e tu em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade, para que o mundo conheça que tu me enviaste e os amaste, como também amaste a mim.

Pai, a minha vontade é que onde eu estou, estejam também comigo os que me deste, para que vejam a minha glória que me conferiste, porque me amaste antes da fundação do mundo.

Pai justo, o mundo não te conheceu; eu, porém, te conheci, e também estes compreenderam que tu me enviaste.

Eu lhes fiz conhecer o teu nome e ainda o farei conhecer, a fim de que o amor com que me amaste esteja neles, e eu neles esteja.”


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Queridos, irmãos em Cristo

Dobremos os nossos joelhos e oremos pelas pessoas que estão passando por essa terrível tragédia climática em nosso país. Essas pessoas necessitam de nossa intercessão e de nosso apoio financeiro também! Logo abaixo estão alguns links que orientam de que forma nós podemos contribuir:

Como ajudar as vítimas do estado de São Paulo

Como ajudar as vítimas do estado do Rio de Janeiro

SOS donativos da prefeitura de Teresópolis-RJ

Imagens retiradas do Portal de Notícias G1

Nova Friburgo-RJ – Foto: Tássia Thum Cruz

Nova Friburgo-RJ – Foto: Tássia Thum Cruz

Nova Friburgo-RJ – Foto: Jadson Marques

Teresópolis-RJ – Thamine Leta

Teresópolis-RJ – Wilton Junior

Diadema-SP – Foto: Celso Tavares de Oliveira

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