Feeds:
Posts
Comentários

Archive for the ‘Livros’ Category

Oi queridos! 🙂

Hoje estou compartilhando novamente um trecho do livro: O Poder da Mulher que Ora – da autora Stormie Omartian.

Existem momentos da nossa vida em que é muito difícil se libertar do passado, não é mesmo? Às vezes são lembranças tristes, traumas de infância ou perdas de pessoas queridas… Outras vezes são momentos felizes que não voltam mais e mesmo assim insistimos em revivê-los em nossas mentes.

Se você está passando por alguma dessas situações, se o seu passado tem te algemado e impedido que você prossiga no caminho que Deus traçou para você… Saiba que em Deus nós temos tudo para nos libertarmos do passado! O amor de Deus pode preencher o vazio que você está sentindo no seu coração. Mas nós precisamos querer seguir em frente, e também precisamos pedir a Deus que nos auxilie. A oração escrita pela Stormie pode nos direcionar a buscar em Deus o socorro que tanto precisamos:


Senhor,

Peço que me libertes do passado. Naquelas coisas em que me apeguei ao passado, peço que me libertes, cures e redimas. Escolho me apegar a ti. Ajuda-me a abrir mão de qualquer coisa que estou segurando de meu passado e que tem me impedido de alcançar tudo o que tu tens para mim. Capacita-me para que eu possa me despojar de todas as velhas maneiras de pensar, sentir e lembrar (Ef 4:22-24). Dá-me a mente de Cristo para que eu seja capaz de compreender quando estou sendo controlada pela lembrança de acontecimentos do passado.

Não quero me amarrar ao passado ao deixar de perdoar qualquer pessoa ou acontecimento associado a ele. Ajuda-me a perdoar o que precisa ser perdoado. Peço-te especificamente que me libertes de (cite qualquer lembrança ruim ou dolorosa que você tenha). Entrego a ti meu passado e todos que estão ligados a ele para que tu possas restaurar o que foi perdido. Entrego a ti tudo o que me foi feito ou que eu fiz e que me causa dor. Que isso não me atormente mais nem me afete quem eu sou no presente. Alegra-me por tantos dias quantos fui afligida (Sl 90:15). Obrigada por fazeres novas todas as coisas e estares me fazendo nova a cada dia (Ap 21:15).

Ajuda-me a manter os olhos adiante e não nos dias que já se foram e nas maneiras antigas de fazer as coisas. Sei que desejas fazer algo novo em minha vida no dia de hoje. Ajuda-me a concentrar-me no lugar aonde me dirijo agora e não onde já estive. Liberta-me do passado para que eu possa sair dele e entrar no futuro que tu tens para mim.

Anúncios

Read Full Post »

Encontrei essa pequena porém bela reflexão do Reverendo Djaik sobre o livro Pequeno Príncipe (Antoine de Saint-Exupéry), e fiquei encantada porque se parece com a experiência que eu também tenho com esse livro lindo. Espero que gostem! E se você ainda não leu O Pequeno Príncipe, Leia! Vale muito a pena…      
   
             Não foram poucas as vezes em minhas leituras que me deparei com citações ou referências ao clássico “O Pequeno Príncipe” do francês Antoine de Saint-Exupéry. Depois de muito tempo “namorando” o opúsculo que geralmente tem o preço meio salgado, eu o encontrei na biblioteca de nossa escola e o devorei. Depois de lê-lo por duas vezes sofregamente, ainda o li para nossa filhinha de quatro anos e concluí, nas palavras da rainha de Sabá sobre a sabedoria e majestade de Salomão, “não me contaram nem a metade”.
             Sendo econômico nas palavras e chegando rapidamente ao ponto, preciso dizer que o livro é incomparavelmente extraordinário; preciso confessar que ao concluí-lo tive vontade de voltar à infância, aproveitar melhor minha curiosidade, ser mais simples e especialmente admitir mais minha carência e poder brincar de novo. Segundo o autor, ainda posso fazer todas essas coisas. Mas a principal delas é exercitar a arte de cativar ser cativado.
             A porção do livro que gerou o título desta reflexão talvez seja também a mais lembrada por quem o leu, quando o aventureiro principezinho se encontra com a raposa e esta o desafia a cativá-la para que assim eles pudessem brincar. Segundo a raposa, se o pequeno príncipe não a cativasse eles não poderiam brincar.
             O diálogo é especialmente significativo porque toca naquilo que mais precisamos, mas também que mais falta nesta nossa sociedade soberbamente solitária: relacionamentos significativos, conhecer e ser conhecido, compartilhar a vida, conviver, amar e ser amado.
             Criar laços, como a raposa define cativar, é realmente algo que faz toda diferença em nossas vidas; uma das provas disso é a quantidade de pessoas que hoje em dia pagam alguém para serem ouvidas; o psicólogo, o psicoterapeuta e, até, o psiquiatra podem servir por algum tempo, mas além de caros, a insistência em tal recurso nos mostra que a raposa tem razão também em dizer que amigos não podem ser comprados.
             Seria bom que cada um de nós, carentes como somos, admitíssemos nossa profunda necessidade de relacionamentos autênticos e profundos e, como a raposinha, disséssemos não só com os lábios mas também com nossas atitudes: “cativa-me”; e que também como ela estivéssemos dispostos até a sofrer e chorar por termos criado laços com aqueles que o próprio Deus colocou em nosso caminho, mas jamais abrirmos mão de cativarmos e nos deixarmos cativar.
             Finalmente, e para não fugir à regra, lembre-se “tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.”
Escrito por Reverendo Djaik

Read Full Post »