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Archive for the ‘Amizade’ Category

Leitura: 1 Coríntios 13:4-13

Anos atrás, vi um desenho animado que mostrava um senhor de idade azedo e descontente em pé, à porta de seu apartamento, vestido de pijama e roupão amarrotados. Ele trancara a porta para a noite, usando quatro fechaduras, duas trancas e uma corrente. Depois, percebeu, preso sob a porta, um pequeno envelope branco com um grande adesivo em formato de coração. Era um cartão de dia dos namorados e/ou amigos. O amor encontrara um caminho.

Somente o amor pode transformar o coração de uma pessoa. Em seu livro Os Irmãos Karamazov, o autor russo Dostoievsky conta a história de Ivan, um cínico endurecido, e sua resistência ao amor de Deus. Numa ocasião, seu irmão Alyosha, homem de profunda fé desconcertado com a resistência de seu irmão, curva-se e beija Ivan. Este simples ato de amor pôs em chamas o coração de Ivan.

Talvez você tenha um amigo ou uma amiga que esteja resistindo ao amor de Deus. Demonstre Seu amor a ele ou ela, como Deus demonstrou amor a nós ao trazer a salvação ao mundo por meio de Jesus. Despeje sobre os outros o tipo de amor descrito em 1 Coríntios 13 — um amor paciente, benigno, humilde e altruísta.

O amor autêntico é um dom de Deus que podemos dar continuamente.

espalhe_amor

Fonte: http://ministeriosrbc.org/?tz=-03#sthash.1k70qQL4.dpuf

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Encontrei essa pequena porém bela reflexão do Reverendo Djaik sobre o livro Pequeno Príncipe (Antoine de Saint-Exupéry), e fiquei encantada porque se parece com a experiência que eu também tenho com esse livro lindo. Espero que gostem! E se você ainda não leu O Pequeno Príncipe, Leia! Vale muito a pena…      
   
             Não foram poucas as vezes em minhas leituras que me deparei com citações ou referências ao clássico “O Pequeno Príncipe” do francês Antoine de Saint-Exupéry. Depois de muito tempo “namorando” o opúsculo que geralmente tem o preço meio salgado, eu o encontrei na biblioteca de nossa escola e o devorei. Depois de lê-lo por duas vezes sofregamente, ainda o li para nossa filhinha de quatro anos e concluí, nas palavras da rainha de Sabá sobre a sabedoria e majestade de Salomão, “não me contaram nem a metade”.
             Sendo econômico nas palavras e chegando rapidamente ao ponto, preciso dizer que o livro é incomparavelmente extraordinário; preciso confessar que ao concluí-lo tive vontade de voltar à infância, aproveitar melhor minha curiosidade, ser mais simples e especialmente admitir mais minha carência e poder brincar de novo. Segundo o autor, ainda posso fazer todas essas coisas. Mas a principal delas é exercitar a arte de cativar ser cativado.
             A porção do livro que gerou o título desta reflexão talvez seja também a mais lembrada por quem o leu, quando o aventureiro principezinho se encontra com a raposa e esta o desafia a cativá-la para que assim eles pudessem brincar. Segundo a raposa, se o pequeno príncipe não a cativasse eles não poderiam brincar.
             O diálogo é especialmente significativo porque toca naquilo que mais precisamos, mas também que mais falta nesta nossa sociedade soberbamente solitária: relacionamentos significativos, conhecer e ser conhecido, compartilhar a vida, conviver, amar e ser amado.
             Criar laços, como a raposa define cativar, é realmente algo que faz toda diferença em nossas vidas; uma das provas disso é a quantidade de pessoas que hoje em dia pagam alguém para serem ouvidas; o psicólogo, o psicoterapeuta e, até, o psiquiatra podem servir por algum tempo, mas além de caros, a insistência em tal recurso nos mostra que a raposa tem razão também em dizer que amigos não podem ser comprados.
             Seria bom que cada um de nós, carentes como somos, admitíssemos nossa profunda necessidade de relacionamentos autênticos e profundos e, como a raposinha, disséssemos não só com os lábios mas também com nossas atitudes: “cativa-me”; e que também como ela estivéssemos dispostos até a sofrer e chorar por termos criado laços com aqueles que o próprio Deus colocou em nosso caminho, mas jamais abrirmos mão de cativarmos e nos deixarmos cativar.
             Finalmente, e para não fugir à regra, lembre-se “tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.”
Escrito por Reverendo Djaik

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