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Archive for the ‘Missão’ Category

Apadrinhe agora mesmo uma criança!

A Visão Mundial é uma organização não governamental cristã, brasileira, de desenvolvimento, promoção de justiça e assistência, que, combatendo as causas da pobreza, trabalha com crianças, famílias e comunidades a fim de que alcancem seu potencial pleno. Dedica-se a trabalhar lado a lado com as populações mais vulneráveis e a servir a todas as pessoas, sem distinção de religião, raça, etnia ou gênero.

Integra a parceria World Vision International, que atua em quase 100 países e está no Brasil desde 1975, oferecendo benefícios diretos a mais de 700 mil crianças, jovens e adultos. Esse trabalho se multiplica em benefícios indiretos para mais de 2,8 milhões de brasileiros em 13 estados. A organização está presente na região semiárida do Nordeste do país, do Vale do Jequitinhonha e do Norte de Minas Gerais, na Amazônia e nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte (MG), Fortaleza (CE), Maceió (AL), Natal (RN), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA),  e São Paulo (SP).

Em seus projetos e programas, prioriza as crianças que vivem em comunidades empobrecidas e em situação de vulnerabilidade. Para que as crianças tenham um futuro digno, a Visão Mundial acredita ser necessário transformar a realidade das famílias e das comunidades em que elas vivem. Por isso, todos os projetos apoiados pela organização têm como meta a promoção do Desenvolvimento Transformador. A Visão Mundial procura assegurar que os processos de Desenvolvimento Transformador sejam sempre baseados na comunidade, sustentáveis e focados no bem-estar das crianças.

Apadrinhe agora mesmo uma criança!

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Bom dia queridos!! Hoje quero compartilhar com vocês um texto da Palavra do Senhor que fala tremendamente ao meu coração pois Deus fala da sua grandeza, inimaginável para nós: “Eu sou o Senhor, e não há nenhum outro” (v.5) e “Diante de mim todo joelho se dobrará; junto a mim toda língua jurará.” (v.23). Que nós sejamos edificados por essa Palavra!

Isaías 45:

1 Assim diz o Senhor ao seu ungido: a Ciro, cuja mão direita eu seguro com firmeza para subjugar as nações diante dele e arrancar a armadura de seus reis, para abrir portas diante dele, de modo que as portas não estejam trancadas:
2 Eu irei adiante de você e aplainarei montes; derrubarei portas de bronze e romperei trancas de ferro.
3 Darei a você os tesouros das trevas, riquezas armazenadas em locais secretos, para que você saiba que eu sou o Senhor, o Deus de Israel, que o convoca pelo nome.
4 Por amor de meu servo Jacó, de meu escolhido Israel, eu o convoco pelo nome e lhe concedo um título de honra, embora você não me reconheça.
5 Eu sou o Senhor, e não há nenhum outro; além de mim não há Deus. Eu o fortalecerei, ainda que você não tenha me admitido,
6 de forma que do nascente ao poente saibam todos que não há ninguém além de mim. Eu sou o Senhor, e não há nenhum outro.
7 Eu formo a luz e crio as trevas, promovo a paz e causo a desgraça; eu, o Senhor, faço todas essas coisas.
8 Vocês, céus elevados, façam chover justiça; derramem-na as nuvens. Abra-se a terra, brote a salvação, cresça a retidão com ela; eu, o Senhor, a criei.
9 Ai daquele que contende com seu Criador, daquele que não passa de um caco entre os cacos no chão. Acaso o barro pode dizer ao oleiro: “O que você está fazendo?”Será que a obra que você faz pode dizer: “Você não tem mãos?”
10 Ai daquele que diz a seu pai: “O que você gerou?”, ou à sua mãe: “O que você deu à luz?”
11 Assim diz o Senhor, o Santo de Israel, o seu Criador: A respeito de coisas vindouras, você me pergunta sobre meus filhos, ou me dá ordens sobre o trabalho de minhas mãos?
12 Fui eu que fiz a terra e nela criei a humanidade. Minhas próprias mãos estenderam os céus; eu dispus o seu exército de estrelas.
13 Eu levantarei esse homem em minha retidão: farei direitos todos os seus caminhos. Ele reconstruirá minha cidade e libertará os exilados, sem exigir pagamento nem qualquer recompensa, diz o Senhor dos Exércitos.
14 “Assim diz o Senhor: Os produtos do Egito e as mercadorias da Etiópia[94], e aqueles altos sabeus, passarão para o seu lado e lhe pertencerão, ó Jerusalém; eles a seguirão, acorrentados, passarão para o seu lado. Eles se inclinarão diante de você e lhe implorarão, dizendo: “Certamente Deus está com você, e não há outro; não há nenhum outro Deus””.
[94] Hebraico: de Cuxe.
15 Verdadeiramente tu és um Deus que se esconde, ó Deus e Salvador de Israel.
16 Todos os que fazem ídolos serão envergonhados e constrangidos; juntos cairão em constrangimento.
17 Mas Israel será salvo pelo Senhor com uma salvação eterna; vocês jamais serão envergonhado sou constrangidos, por toda a eternidade.
18 Pois assim diz o Senhor, que criou os céus, ele é Deus; que moldou a terra e a fez, ele fundou-a; não a criou para estar vazia, mas a formou para ser habitada; ele diz: Eu sou o Senhor, e não há nenhum outro.
19 Não falei secretamente, de algum lugar numa terra de trevas; eu não disse aos descendentes de Jacó: Procurem-me à toa. Eu, o Senhor, falo a verdade; eu anuncio o que é certo.
20 Ajuntem-se e venham; reúnam-se, vocês, fugitivos das nações. São ignorantes aqueles que levam de um lado para outro imagens de madeira, que oram a deuses que não podem salvar.
21 Declarem o que deve ser, apresentem provas. Que eles juntamente se aconselhem. Quem há muito predisse isto, quem o declarou desde o passado distante? Não fui eu, o Senhor? E não há outro Deus além de mim, um Deus justo e salvador; não há outro além de mim.
22 Voltem-se para mim e sejam salvos, todos vocês, confins da terra; pois eu sou Deus, e não há nenhum outro.
23 Por mim mesmo eu jurei, a minha boca pronunciou com toda a integridade uma palavra que não será revogada: Diante de mim todo joelho se dobrará; junto a mim toda língua jurará.
24 Dirão a meu respeito: “Somente no Senhor estão a justiça e a força”. Todos os que o odeiam virão a ele e serão envergonhados.
25 Mas no Senhor todos os descendentes de Israel serão considerados justos e exultarão.

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O tempo está passando e o paradigma tem persistido. Confesso que é difícil para eu continuar ouvindo pessoas dizerem: “Nós ajudamos tal missionário todo mês”. Pior que isso é ouvir um missionário dizendo: “Tal igreja me ajuda há dois anos”. Mas por que eu disse “continuar ouvindo”? Há quase duas décadas, aqui no Brasil, temos ensinado, por onde andamos, o modelo bíblico, ensinado pelo apóstolo Paulo, na carta escrita aos filipenses, em relação à parceria missionário-igreja: “Todavia, fizestes bem, associando-vos na minha tribulação. E sabeis vós, ó filipenses, que no início do evangelho, quando parti da Macedônia, nenhuma igreja se associou comigo, no tocante a dar e receber, senão unicamente vós outros”.
Que princípio está embutido nas palavras do apóstolo? O verbo associar traz consigo uma premissa bem básica: mais de um. Como assim? -você pode me perguntar. Para que haja uma associação, são necessárias, no mínimo, duas partes, podendo ser 10, 100, 1000 ou mais. O que pode ser visto nesse modelo apresentado em Filipenses é que o projeto missionário era um – pregar aos gentios – mas que os envolvidos eram dois – o apóstolo Paulo e a Igreja de Filipos. Ninguém estava ajudando ninguém. Nenhuma igreja “ajuda” nenhum missionário: isso não é bíblico. A igreja tal realiza determinado projeto missionário com o missionário fulano de tal. Ponto. Simples assim. Nada além e nada aquém. Nem o missionário é ajudado e nem a igreja ajuda. O que acontece, para que a Palavra seja pregada aos “gentios” é uma PARCERIA: igreja+missionário, ou missionário+igreja, a ordem não importa.
Preste atenção em alguns termos que vou apresentar: mantenedor, contribuinte, colaborador, doador, sustentador. O que eles têm em comum? Um ponto forte entre esses termos é a sua característica ativa: um mantenedor mantém algo ou alguém; um contribuinte contribui com algo ou com alguém; um colaborador colabora com algo ou com alguém; um doador doa para algo ou para alguém; um sustentador sustenta algo ou alguém. Exatamente por essa razão é que não aprovo termos como esses quando o assunto é missões.
“Mas então (você me perguntaria) qual o termo certo?” Costumamos usar três terminologias que considero mais adequadas e fidedignas, semanticamente falando, ao assunto em questão: parceria, sociedade, associação. Aqui sim encontramos a ideia que Paulo nos quer passar: partes envolvidas em um todo comum, a saber, o cumprimento da tarefa missionária.
Numa parceria, numa sociedade ou numa associação, pessoas e/ou entidades estão unidas em favor de um mesmo fim. Se o missionário fulano de tal foi para o país tal, levar a mensagem de Cristo às pessoas de lá, a igreja tal é parceira, ou sócia, ou associada daquele missionário na referida tarefa. Parece simples? É simples mesmo. Desse jeito. Não vamos complicar.
Nós mesmos e nossas igrejas precisamos apreender esse formato eu disse apreender), salvar esse arquivo no HD da nossa memória e deletarmos arquivos anteriores que não traduzem a essência do que seja a maneira correta de se realizar a obra missionária.
O projeto é um só – levar o Evangelho. Os agentes que propiciarão o cumprimento desse projeto são membros de uma equipe abençoada por Deus, com características únicas e dadas por Ele mesmo: um faz seminário teológico e cursos transculturais, visita várias igrejas, entra num avião e vai embora. Outro entrega, fielmente, sua oferta missionária, a cada mês. Outro faz a contabilidade da igreja. Outro é membro do conselho missionário. Outro ora fervorosamente pelo irmão que está pregando e pelos que estão ouvindo. Outro faz o depósito bancário na conta do missionário. Outro mobiliza a igreja e a mantém informada sobre o andamento do projeto. Outro se prepara durante um tempo, para ir ao campo visitar o missionário. Outro escreve e-mails sinceros e carinhosos e os envia ao missionário. O missionário, por sua vez, mantém todos os seus colegas de equipe bem informados em relação à evolução do projeto. É mais ou menos isso.
Se cada um de nós fizer a sua parte, e se colocar responsavelmente a mercê do Senhor das Missões, ninguém, nunca mais, precisará ajudar ninguém. A não ser, é claro, que uma pessoa tropece do seu lado. Nesse caso, uma ajudinha até que iria muito bem.
Por Mônica Mesquita
Fonte: http://projetonur.blogspot.com.br

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O clipe da canção Só em Ti Senhor, do Ministério de Louvor e Adoração – Bruno Moraes, foi gravado em Dezembro de 2011 na cidade de Pirenópolis – Goiás, pela produtora Cake – Filmes de Goiânia, que disponibilizou todos os seus serviços e materiais de gravação e edição de vídeo gratuitamente para que pudéssemos realizar a gravação desse clipe, acreditando em seu propósito.

Essa canção retrata o nosso coração humano diante das dores e das dificuldades que enfrentamos ao longo da nossa caminhada com DEUS, e como Seu cuidado de Pai nos alcança a cada momento e principalmente nos momentos em que as nossas forças se acabam, onde o nosso ânimo cristão e a fé são esmorecidos e é exatamente nessa hora que o Senhor nos toma em Suas mãos e nos leva em segurança em TEUS braços, restaurando a nossa aliança, renovando a nossa fé, reavivando a esperança dentro de nós e fazendo brotar no nosso interior um fôlego de vida novo.

Quando somos curados por Ele começam a sair dos nossos lábios os altos louvores de DEUS. Assim o nosso coração grato reconhece a Sua gloria e todo seu poder soberano, e aprende a erguer a sua voz em Louvor ao Rei dos reis em meio as Lutas.

E foi baseado em uma história real que decidimos gravar o clipe dessa canção, para divulgar a história e ajudar um irmão nosso, de Belém do Pará, Vitor Lobo, músico também, um adorador do Senhor JESUS, que há mais de oito (8) anos vem travando uma verdadeira guerra contra um tumor de células gigantes, caso raro no mundo.

Ele já foi submetido a inúmeras cirurgias, em uma delas teve um de seus braços amputados para a retirada de um tumor, esteve paraplégico por mais de um ano e meio, quando um nódulo atingiu a medula espinhal na região lombar.

Após várias sessões de quimioterapia o tumor veio a regredir por alguns meses, porém no mês de Setembro de 2011 novamente voltou a comprometer a medula, levando o Vitor pra cama mais uma vez.

Atualmente ele se encontra em São Paulo, e precisa de uma medicação especial, que só encontramos nos Estados Unidos, e que tem um custo muito alto. E por isso, temos convocado toda a igreja (o povo de DEUS), para que nos ajude nessa batalha.

Primeiramente intercedendo pelo Vitor e por toda sua família e contribuindo também adquirindo o CD – Bruno Moraes – No Coração de um Amigo, onde toda renda será entregue para o tratamento do nosso irmão ou contribuindo diretamente na conta da família.

Mais informações:
Nilza Andrade Lobo (mão do Vitor) | Telefone em SP:             (11) 7957-8579       ou             (91) 8169-4681       – email nilzalobo@yahoo.com.br

CONTA CORRENTE: BANCO DO BRASIL agencia 0765-x – conta corrente 22.292-5 ou HSBC agencia 0532 – conta corrente 25390-65 – Nilza de Andrade Lobo. Número CPF: 104.790.232-04

FICHA TÉCNICA:
Imagens, direção e produção de vídeo: JESSICA DE MORAIS OLIVEIRA (CAKE-FILMES)
Auxiliar de produção : VIVIANE DE MORAIS OLIVEIRA (CAKE-FILMES)
Edição: PEDRO HERNÁNDEZ (CAKE-FILMES)
Ministério de Louvor e adoração : Bruno Moraes – CD – No Coração de Um Amigo
Letra e música: Bruno Moraes e Alcy Filho
Gravação e arranjos: Fabio Dias (FDA. Produções-Studios)

Fonte: SuperGospel

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Queridos irmãos em Cristo, é com o coração feliz e repleto de amor que volto a escrever depois de tantos dias sem postar nada novo aqui no blog. Eu sou muito grata a Deus por cada um de vocês que vem aqui no Vida em Cristo, acompanha os posts, faz comentários… Mesmo sem conhecê-los eu oro pela vida de vocês que acessam o blog, para que esse lugar seja não só um espaço a mais na internet, mas que tenha conteúdo inspirado por Deus para fazer diferença na vida de todos que passarem por aqui, inclusive na minha vida. Orem também por mim! Pela minha vida espiritual, meus estudos, minha família… para que Deus continue colocando em meu coração o Amor por essa missão.

Hoje quero compartilhar com vocês um livro que comecei a ler essa semana, chama-se ‘Fábrica de Missionários: nem leigos, nem santos’. Um amigo me indicou a leitura desse livro, e confesso que quando vi o nome achei um pouco estranho. Fui buscar alguma referência na internet e encontrei outros comentários interessantes e positivos sobre o livro, cujo autor é brasileiro, é o Rubem Amorese. Então resolvi comprá-lo para conferir, e realmente a leitura tem sido muito edificante. O autor fala de um contexto missionário diferente, digo diferente porque a palavra Missões geralmente nos lembra terras longínquas, tribos indígenas, África, enfim…Mas o livro tem uma proposta de falar da Missão que temos em nossa casa, vizinhança, escola, trabalho. Essa abordagem me chamou muito a atenção e apesar de estar ainda no início da leitura do livro eu senti o desejo de compartilhar um pequeno trecho com vocês. Fala a respeito do Amor que nos motiva a fazer o trabalho de Deus:

Ao tentar penetrar no pensamento do Pai e do Filho, descobrimos que tudo o que fizeram foi por amor. Sim, porque não não nos deviam nada e em nada precisavam de nós. A não ser do nosso amor. Isso sugere que eles não eram obrigados a fazer o que fizeram. Foi um gesto tão sacrificial quanto voluntário. Nossos poetas já nos ensinam isso: ‘Ninguém poderia obrigá-lo/Foi seu próprio amor que o moveu/Por isso, reina..”

Isso me lembra o segundo e definitivo chamado missionário de Pedro. O chamado que acontece depois de todos os dramas ligados à crucificação de Jesus: sua covardia, sua traição, aquele olhar do Mestre, o canto do galo, a volta às redes de Cafarnaum, a pescaria frustrada, a nova pesca maravilhosa, ‘é ele!’, os peixes na brasa e o mestre, ressurreto, a lhe perguntar:

   ‘Simão, filho de João, amas-me mais do que estes outros? Ele respondeu: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Ele lhe disse: Apascenta os meus cordeiros’ (Jo 21:15)

Aqui não temos um ‘ide’ a Pedro, mas uma missão pastoral. Quase que a dizer: ‘fica’. O essencial, no entanto, é que ‘se não houver amor, nada será’ (1Co 13). O que há de motivar qualquer ação no reino de Deus será o amor. Está estabelecido o marco zero da missão. (Amorese, 2008, p. 36-37)

Ao ler esse trecho fiquei imaginando Cristo nos perguntando o mesmo: ‘Tu me amas?’

A consequência de um Sim a essa pergunta poderia ser: Pregue a minha Palavra, Seja minha Testemunha, Faça o bem às pessoas, Apascenta os meus cordeiros…

Mas Deus não nos obriga a fazer essas coisas! No entanto, Ele nos amou e nos ama de tal forma que entregou seu único filho para morrer por nós e levar consigo os nossos pecados (João 3:16). Esse grande amor de Deus nos alcança e nos faz amá-lo também, e amar o nosso próximo e desejar que ele também sinta esse amor irresistível em seu coração!

Desejo que o Amor que me motivou a escrever hoje seja sempre a nossa motivação principal para realizar a Missão que Deus nos tem confiado.

Que Deus nos abençoe.

Referência: Fábrica de Missionários: nem leigos, nem santos/ Rubem Amorese. – Viçosa, MG: Ultimato, 2008.

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Pregue a palavra, esteja preparado a tempo e fora de tempo, repreenda, corrija, exorte com toda a paciência e doutrina.

Pois virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, sentindo coceira nos ouvidos, segundo os seus próprios desejos juntarão mestres para si mesmos.

Eles se recusarão a dar ouvidos à verdade, voltando-se para os mitos.

Você, porém, seja sóbrio em tudo, suporte os sofrimentos, faça a obra de um evangelista, cumpra plenamente o seu ministério.

(2 Timóteo 4:2-5)

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Testemunhando a respeito da nossa fé em Jesus Cristo

E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. (Marcos 16:15)

I- O QUE CRISTO ESPERA DE SUAS TESTEMUNHAS

A. Refletir a imagem de Cristo Jesus.

- Chamados por Deus para sermos semelhantes à Cristo.

Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos. (1 João 3:2)

- Apesar de representar sacrifício e sofrimento.

Regozijo-me agora no que padeço por vós, e na minha carne cumpro o resto das aflições de Cristo, pelo seu corpo, que é a igreja; (Colossenses 1:24)

Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada. (Romanos 8:18)

B. O mundo precisa ver coerência na vida dos cristãos. Ver vidas transformadas.

C. Dar fruto onde estamos plantados. (Mas os que andavam dispersos iam por toda a parte, anunciando a palavra. -Atos 8:4). De forma espontânea e com paixão.

II. QUE AUTORIDADE TEMOS PARA TESTEMUNHAR?

A. A autoridade da comissão de Jesus.

Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco; assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós. (João 20:21)

B. A autoridade da presença do Espírito Santo em nós.

Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra. (Atos 1:8)

Então Pedro, cheio do Espírito Santo, lhes disse: Principais do povo, e vós, anciãos de Israel, (Atos 4:8)

III – O QUE DEVEMOS TESTEMUNHAR AO MUNDO?

A. A ressurreição de Cristo e na sua eficácia para a salvação.

E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé. E assim somos também considerados como falsas testemunhas de Deus, pois testificamos de Deus, que ressuscitou a Cristo, ao qual, porém, não ressuscitou, se, na verdade, os mortos não ressuscitam. (1 Coríntios 15:14-15)

B.  Cristo ressurreto em nossa experiência pessoal.

Aos quais Deus quis fazer conhecer quais são as riquezas da glória deste mistério entre os gentios, que é Cristo em vós, esperança da glória; (Colossenses 1:27)

Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida. (1 João 5:12)

C.  A salvação oferecida a todos. Todo o que crê no evangelho será salvo.

Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. (João 3:16)


IV. POR QUE HESITAMOS EM TESTEMUNHAR? 

Porque, se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim, se não anunciar o evangelho! (1 Coríntios 9:16)

A. Inconsistência de nossa vida. Uma vida cristã relapsa é um obstáculo.

B. Polidez equívocada.

C. Não sabemos conduzir uma pessoa a Cristo.

V. COM A MÃO NA MASSA

A. Renovar nossos votos de fidelidade e obediência ao Senhor.

B. Importa mais agradar a Deus do que aos homens.

Então, Pedro e os demais apóstolos afirmaram: Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens. (Atos 5:29)

Porque qualquer que, nesta geração adúltera e pecadora, se envergonhar de mim e das minhas palavras, também o Filho do Homem se envergonhará dele, quando vier na glória de seu Pai com os santos anjos. (Marcos 8:38)

C. Alguns lembretes para quem deseja testemunhar acerca de Cristo Jesus:

1. Ore ao Senhor rogando que Ele providencie as oportunidades.

Suplicai, ao mesmo tempo, também por nós, para que Deus nos abra porta à palavra, a fim de falarmos do mistério de Cristo, pelo qual também estou algemado. (Colossenses 4:3)

2. Seja espontâneo. Faça do testemunho um prazer. O Espírito Santo é que dá a provisão.

3. Apresente Cristo, e não a Igreja.

4. Quem converte a pessoa é o Espírito Santo. Nossa tarefa é anunciar.

CONCLUSÃO

Quando testemunhamos nossa fé em Cristo Jesus, algo acontece dentro de nós. A alegria da salvação volta a brotar em nosso coração. Nossa adoração e louvor se tornam muito mais sinceras. Pessoas são evangelizadas, muitas se convertem e acima de tudo Deus é exaltado.

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O testemunho de Rodolfo Abrantes (ex-integrante da Banda Raimundos) no programa Altas horas nos ensina, entre outras coisas, a sermos testemunhas do amor de Cristo e nunca nos envergonharmos do Evangelho.

Como é bom saber que Deus tem poder para transformar vidas e usá-las para Sua honra e Glória como instrumentos de proclamação de Sua Palavra.

Deus seja Louvado!

Vocês são minhas testemunhas. Há outro Deus além de mim? Não, não existe nenhuma outra Rocha; não conheço nenhuma.

(Isaías 44:8)

Não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê.

(Romanos 1:16)

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Amados irmãos, graça e paz…
Está chegando mais uma Viagem Missionária do PRAA promovida pela Federação de UMP!
Chegamos a V Viagem Missionária! Graças a Deus!
Muitos milagres do Senhor pudemos ver no decorrer desses anos…Deus é Maravilhoso!!
Pessoas falam do amor….
Pessoas ouvem do amor de Deus…
Nesses momentos, temos a oportunidade de juntos cumprir com a ordem de Jesus: Pregar o Evangelho!
O alvo neste ano, são os moradores do Bairro Jacutinga, aqui, em Jataí-Goiás! Será mais um desafio!

Ore por esse trabalho missionário! Que Deus nos abençoe!

Adaptado do texto de : Sheila Dias Alves – Tesoureira da Federação de Mocidades do PRAA.

Vídeo de: Alcy Pereira Dutra Filho – Presidente da Federação de Mocidades do PRAA.

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Portanto, irmãos, sejam pacientes até a vinda do Senhor. Vejam como o agricultor aguarda que a terra produza a preciosa colheita e com espera com paciência até virem as chuvas do outono e da primavera. Sejam também pacientes e fortaleçam o seu coração, pois a vinda do Senhor está próxima”  –  Tg 5.7-8

Nos versos 7-12 deste capítulo vemos Tiago tratando das várias dimensões que assume a paciência na vida cristã. Com plena certeza todos cremos que este é um assunto de muita pertinência para os nossos dias, principalmente por vivermos em uma época em que a paciência já não mais é vista como uma virtude que devemos cultivar; antes, vivemos em um momento em que as pessoas querem satisfazer seus egos de forma imediata e a todo custo. Sendo assim, nos propomos a ver, passo a passo, as dimensões da paciência para a vida cristã e para a obra missionária, segundo as palavras de Tiago.

No texto de hoje (5.7-8) o autor nos apresenta o fundamento mais essencial para a paciência: a vinda de Jesus Cristo. Como cristãos sabemos que Cristo voltará, conforme ele mesmo nos prometeu (Mt 24.29-31), para o encontro definitivo e eterno com sua igreja, para o Juízo Final e para o estabelecer o destino eterno de todos os seres humanos. Mas já que não sabemos quando ocorrerá tal evento, não temos alternativa a não ser a de desenvolver a prática da paciência e da espera. Esperar pacientemente, portanto, é uma parte fundamental da vida cristã cotidiana y de sua espiritualidade.

O exemplo do agricultor que, naquele momento da história em uma região muito seca, não tinha outro remédio que aguardar com paciência pelas chuvas para que assim pudesse por sobre a mesa a comida para sua família, demonstra claramente a importância da paciência cristã fundamentando nossa esperança na vinda de Cristo. Si não nutrimos com esperança nossa espera pelo retorno de Cristo, como saberemos esperar pelas outras coisas que estão mais próximas?

Ao não aprender a esperar pacientemente pela ação de Deus, a espera pelas coisas mais próximas que nos rodeiam e que as consideramos importantes, se torna ansiosa e corrosiva. Transforma-se em um grande perigo para a sã paciência que deposita suas expectativas nas seguras mãos de Cristo. A medida, portanto, para todas as nossas esperas pessoais quanto a questões de família, de trabalho, de saúde e de missão é a paciência com que aguardamos o retorno de Jesus Cristo, que aproxima-se cada dia mais.

Para nós, especificamente, a paciência é um elemento fundamental em nossa caminhada missionária, principalmente quando as expectativas de sucesso numérico (e outros!) nos chegam de fora e de dentro de nós mesmos. Nossa vocação é exercida pacientemente e ao longo de toda a vida, sendo a perseverança e a fidelidade a Deus em tudo o que fazemos um dos principais elementos que dão sentido à missão, como uma derivação espiritual da nossa espera paciente pela volta de Jesus Cristo. Que Cristo nos ajude a caminhar pacientemente em sua missão por onde ele nos conduzir!

Rev. Carlos del Pino

Fonte: APMT – Agência Presbiteriana de Missões Transculturais

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